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quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Vamos Acreditar - 26/10/2011

Esperei ler no dia de ontem nas colunas diária desse blog, comentários acerca da visita da presidente Dilma Rousseff à Manaus, que a convite do  governo estadual,  veio inaugurar a ponte sobre o Rio Negro. Acredito faltar assuntos aos opositores da Presidente, uma vez que ela, animadamente declarou amor eterno ao povo amazonense ao afirmar que a Zona Franca de Manaus será prorrogada por mais 50 anos e que também editará um projeto de lei ampliando os incentivos para produtos produzidos por outros cinco municípios da zona metropolitana de Manaus.

É de agradecer a atitude estadista da presidente Dilma, em manter o nosso pólo industrial, já que o contexto de expropriação econômica e exclusão social, decorrentes do capitalismo global financeiro dominante na atualidade vêm gerando situações inéditas de fragilização da vida e da saúde na sociedade.

A perda do emprego, a deterioração das relações de trabalho, a desintegração de valores culturais e éticos milenares, são consequências inevitáveis, especialmente pela vulnerabilidade das parcelas crescentes da população carente, face à discriminação social, à violência, às doenças evitáveis ou contornáveis. A exclusão social à que está condenada grande parte da população brasileira, chamo atenção aos ribeirinhos do interior do Estado, aos moradores dos igarapés de nossa cidade que não encontra seu lugar em um mercado de trabalho competitivo.

Está de parabéns a cidade de Manaus que ganhou mais um postal turístico, ganha também, a população, que terá por mais 50 anos a estabilidade de empregos. Restando-nos somente, extirpar a vulnerabilidade humana, da insegurança, da desproteção social e, de maneira mais ampla, a fragilidade da vida, que ronda muitos lares amazonenses.

Fica aqui uma vez mais, meu agradecimento a senhora Presidente. Espero que não seja de sua parte, somente proselitismo político em cima de nossa gente matreira. Vamos acreditar. Sonhar não custa nada... Por enquanto!


segunda-feira, 24 de outubro de 2011

MANAUS – 342 ANOS - 24/10/2011


                                                                                                                                       
Esta é mais do que uma história de pujança. É a história de uma gente pueril, guerreira, uma característica genética que há mais de três séculos está presente no sangue das gerações a partir dos africanos, portugueses, espanhóis, e dos primitivos habitantes deste torrão querido, de encantos mil.  É a história de pessoas que hoje comemoram 342 anos.
 Os seus 342 anos, embora, cronologicamente, tenham 2, 15, 30, 44, 50, 90 ou nem tenham completado o primeiro ano ainda. Não é a lei do tempo que vale hoje, é a herança.
 A hospitalidade que abriga e agrega, aconchega e enaltece; a firmeza que defende, opõe, argumenta, resiste.
A rudeza forjada no cerne dos bairros e dos conjuntos habitacionais; em cada centímetro de mato; em cada extensão de terra com pequenas e grandes elevações, em cada igarapé poluído ou não; aspereza resistente que permite ousar e jamais desistir.
Como foi sob a fumaça das velhas revoluções;  no linguajar franco ou no estender de uma mão amiga; no dizer Olá Querida, denodando um certo sarcasmo ou uma certa ironia. Oi Mano(a), tratamento carinhoso entre conhecidos ou não ,são expressões típicas do povo da terra dos Barés, Ajuricabas e Tarumãs.                                                                                                                                                                                                                                                                                   
A fé originou esta história. Uma capela, em honra a N.S. da Conceição foi erguida no portal de entrada. A religiosidade. Fé que persiste vencendo obstáculos do chamado tempo áureo da borracha e transpondo os corações e mentes.
Uma capela de culto às gerações que se sucederam, a partir do forte de São Jose do Rio Negro (Preto), Villa da Barra, para transformar-se em cidade querida. Terra dos Manaós, de quem herdou o nome.
Surpreende por ser uma cidade urbanizada, moderna e que representa o maior pólo econômico da região norte. Não importa a estação. Faz calor o ano todo,
Ecoturismo, contato com a natureza e monumentos históricos são interessantes, mas não há turista que deixe de levar lembranças de sua gente mateira.
 A cultura cabocla é rica em sua expressão popular, lendas e folguedos habitam cada lar Manauara.
 História escrita a cada segundo. A cada ato ou palavra. A cada gesto ou olhar.
Parabéns a Historia, pelo que ela representa, afinal de contas, ela somos nós, há 342 anos.
Parabéns, Manaus!
Parabéns, Cabocla Morena!
Parabéns, Nossa Gente!


sábado, 1 de outubro de 2011

A Politeia


         
Diógenes de Sínope (413 a.C). Tornou-se um mendigo que habitava as ruas de Atenas, fazendo da pobreza extrema uma virtude; diz-se que teria vivido num grande barril, no lugar de uma casa, e perambulava pelas ruas carregando uma lamparina acessa, em plena luz do dia, alegando estar procurando homens honestos e íntegros, por estar decepcionado com a sociedade grega que estava tomada pelo cinismo e alienação, levando o poder aos indivíduos sem virtude.

A América Latina não está muito longe do comparativo corruptivo da antiga Grécia, que buscava intensamente a luxúria dos seus políticos e gestores, enquanto os brasileiros e latino-americanos produzem seus atos escusos e insanos como moedas de troca entre os aliados, tornando o Continente um paraíso para os corruptos, prevalecendo na sociedade a criminalidade urbana institucionalizada.

A diferença entre Diógenes e eu, está no conhecimento dele sobre política existencial de uma sociedade comum para todos e por acreditar que a “virtude” era melhor revelada na ação e não na teoria.

Eu, estoico, continuarei lendo “A Politeia “ escrita por  ele que  ataca numerosos valores do mundo grego, preconizando, entre outros, a antropofagia, a liberdade sexual total, a indiferença à sepultura, a igualdade entre homens e mulheres, a negação do sagrado, a supressão das armas e da moeda e o repúdio à arrecadação em prol da cidade e de suas leis. Que muito se compara com a realidade atual hispano-americano.

Os desmandos politiqueiros dos governantes latinos, que fazem das coisas públicas suas luxuriantes ações em campanhas incansáveis para desbancar as instituições e valores sociais, em uma corrente cínica, preferem dissimular na sociedade a corrupção.

Tudo é nosso, no País do faz de conta


O petróleo é nosso, mas, para usá-lo temos que pagar um preço alto. Amazônia é nossa, porém, devemos preservá-la para os americanos e europeus. Como este é o País do faz de conta,  para se ter uma idéia do que estou falando, a única rodovia federal ( BR 174) que liga Manaus a Boa Vista, já não nos pertence. 

Existe um trecho de aproximadamente 200 km reserva indígena Waimiri Atroari que  só se passa entre 6:00 da manhã e 6:00 da tarde, nas outras 12 horas a rodovia é fechada pelos índios (com autorização da FUNAI e dos americanos) para que os mesmos não sejam incomodados.

Chamo a atenção para um simples detalhe, “não passa se for brasileiro”, o acesso é livre aos americanos, europeus e japoneses. Desses 70% de território indígena, diria que em 90% dele ninguém entra sem uma grande burocracia e autorização da FUNAI. Agora, os americanos entram na hora que quiserem.

O que mais nos entristeceu  é saber que se um brasileiro não tiver  autorização da FUNAI mas tendo  dos americanos, pode entrar. A maioria dos índios fala a língua nativa além do inglês ou francês, mas  não sabem falar português. Os que moram após a reserva dizem que é  comum na entrada de algumas reservas encontrarem  hasteadas bandeiras americanas ou inglesas.

Qual acordo bilateral que o governo brasileiro fez com os governos americano, francês e outros,  que em troca doaram a nossa soberania? Lembrei do então  comandante militar da Amazônia, o general  Augusto Heleno que contestou a política indigenista do governo petista, que qualificou de "lamentável para não dizer caótica". O que o general ganhou foi uma promoção rápida para reserva. Sem ser a indígena.


segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Educação na Berlinda - 20/09/2011

O homem primitivo, através da imitação, aprende o uso das armas, a caça e a colheita, o uso da linguagem, o culto dos mortos, as técnicas de transformação e domínio do meio ambiente. A educação, nesta fase, torna-se o instrumento central para a sobrevivência do grupo e a atividade fundamental para realizar a transmissão e o desenvolvimento da cultura entre os jovens.

Na época do Neolítico ou Era da Pedra (cerca. 10 mil a c.6 mil a.C.) o homem  assiste a uma verdadeira e própria revolução cultural. Nascem, as primeiras civilizações agrícolas: os grupos humanos se tornam sedentários, cultivam os campos e criam animais, aperfeiçoam e enriquecem as técnicas para fabricar vasos, para tecer, para arar, cria-se uma divisão do trabalho cada vez mais nítida. Podemos dizer que neste período, dá-se início o que hoje denominamos ensino profissionalizante.


Já na idade média a educação formal era para poucos, pois só os filhos dos nobres estudavam.  Esta era marcada pela influência da Igreja, ensinando o latim, doutrinas religiosas e táticas de guerras. Grande parte da população medieval era analfabeta e não tinha acesso aos livros.


O perfil da educação atual (Era Tecnológica) podemos dizer não ser fácil, o que pode ser algo desanimador para maioria dos especialistas. O índice baixo de aproveitamento no ensino fundamental e médio, principalmente no Brasil, em especial nas escolas públicas, nos leva crer  de estarmos em constante retrocesso educacional.


É duro de acreditar que boa parte dos estudantes brasileiros esteja sendo desqualificados em níveis inferiores os dos aceitáveis em relação a outros países latinos. Falta maior compromisso dos que regem a educação no Brasil, que esquecem que educação  de qualidade é resultado de experiência, dedicação e qualificação. Na realidade, constata-se que a forma como o sistema escolar está organizada não é adequada aos alunos, ao seu ambiente cultural, à sua vida.


Precisamos mudar está realidade assombrosa, que macula a dignidade, que expõem nossa educação ao ridículo, é isto – essencialmente isto – o que  não deve ser admitido.





domingo, 18 de setembro de 2011

O Veneno nosso de cada dia - 18/09/2011

As toxinas da corrupção que asola o país é mais forte e destruidora do que as causadas pelas viúvas-negras (aranhas). Por regra as ações de certos gestores públicos sofrem do mal da isquemia moral e ética. As desculpas são sempre as mesmas para o festival de roubareiras; não sei, não vi - parto do princípio que os meus auxiliares são descentes  - por aí vai.

A neuropropina existente nos órgãos públicos deixa efeitos colaterais nefastos principalmente na população carente. O Instituto  Butantatan, deveria  identificar que espécime de víbora é essa que envenena os homens que chegam ao poder, fazendo-os mudar de comportamentos e que só visam seus bolsos. O povo, que dane-se.

Acredito,  que deve ter algum cientista que seja  capaz de produzir uma antídoto eficaz para eliminar de vez com as toxinas  neuropráticas de roubos e multiplicações de patrimônios em mais de 50 mil%.
Fantástico! O Brasil de norte a sul tem seus brilhantes matemáticos e financistas modernos. São os verdadeiros Midas.


A expropriação da coisa publica é tanta que a maior dor de cabeça está na gestão de nossa Previdência Social. Aqui temos o próprio governo (união, estados e municípios) como seu maior caloteiro. A renuncias da contribuição patronal foram estendidas para o Simples, Super-simples,  microemprendedor.
O patrimônio do trabalhador foi desfigurando de seus objetivos de ser uma instituição geradora de bem estar social, tranquilidade, segurança, esperança de uma aposentadoria digna aos contribuintes. O que se tem é um órgão emprestador de recursos para construções de elefantes brancos ( transamazônica, transnordestina,Itaipu  e muitas outras). A maldade do Estado brasileiro  é diária com seus contribuintes.

O sonho de Eloy Chaves está sendo a cada dia desfigurado. Os inativos estão com seus benefícios achatados. A Previdência está falida e a solução que encontraram foi de transformá-la em um grande Funrural urbano. “Uma Previdência que oferece um salário mínimo de beneficio não deve ser Previdência”- Paulo Cesar de Souza, presidente da Anasps.

Vivas ao Brasil!

*Escritor

sábado, 17 de setembro de 2011

Nação Marginalizada - 17/09/2011

Durkein, (1897), dizia que “a criminalidade é um fenômeno social, como um fato próprio da existência humana. Diante deste quadro de violência, onde vigora a teoria da anomia – a norma estabelecida deixa de ser referência para o cidadão; onde este, por estar descrente, passa a descumpri-la”.

Não é de hoje que escrevo sobre o assunto. Posso até ser repetitivo, mas o que fazer se a bandidagem impera em nossa sociedade, partindo dos próprios gestores públicos? Não consigo, deixar de comentar sobre o que aconteceu e ainda acontece com os ribeirinhos do Amazonas. Estes servem de mão-de-obra, em condições de escravatura, para o narcotráfico internacional no rio madeira e no alto Solimões. A população pobre, diante da penúria que passa, ao receber propostas que podem ser vistas como irrecusáveis, termina aliciada pela delinquência.                                                       
Podemos dizer que somos uma Nação rica, a prova está nas ações do governo que esbanja riqueza lá fora para impressionar banqueiros e rainhas, que distribui mensalão para políticos aliados, que paga suntuosos salários para os semideuses dos tribunais e seus familiares e que 


dar salários superiores ao mínimo estabelecido por Lei a presos (auxílio-reclusão).

Internamente, joga na marginalidade os ribeirinhos, os sem teto, os pais de famílias sem emprego, que escraviza crianças com trabalho insalubre, que prostitui adolescentes por falta de uma política conscientizadora, que mata a população carente  nas filas dos hospitais, que contribui com o aumento da criminalidade por falta de segurança pública, e  que menospreza e maltrata os idosos e  aposentados pelos constantes roubos no  sistema previdenciário . Essa é a cara do Brasil varonil.

As incertezas e fragilidades em que o nosso povo se acha algemado diante da  criminalidade institucional, já deu para sentir que o calor da marginalidade está aumentado, dia após dia. Oito meses de administração de Dilma Rousseff, e  já foram trocados cinco ministros por escândalos corruptivos. O que está em jogo, agora, é a confiabilidade no Estado.


sexta-feira, 16 de setembro de 2011

A Crise do Tio Sam - 16/09/2011

Em que uma recessão nos Estados Unidos pode interferir na economia brasileira e mundial?  Na verdade, ninguém pode dizer com exatidão em que medida a situação norte-americana pode provocar estragos em outros países. Porém, a economia do mundo atual baseia-se em relações de interdependência. Grande parte das exportações brasileiras, por exemplo, vão justamente para os Estados Unidos que, com a recessão, pode reduzir suas importações.
Se dermos uma olhada no passado veremos que desde 2001 a economia dos Estados Unidos está  a deriva e  oficialmente em recessão. Em 2007 a crise agravou fazendo com que o governo americano aprovasse  pacotes de estímulos de ajuda às empresas e bancos em dificuldades financeiras. Para o presidente Obama, que não anda muito bem com os deputados e senadores, está tornando-se difícil sua intenção de reeleição se essa crise perdurar. Mesmo tendo aprovado pacotes de estímulos à economia americana precisará saí do patamar em que se encontra.

Muitos apontam que em cenário de crise surgem oportunidades. A qualidade jamais deve ser descartada. Ela pode ser um diferencial. O entretenimento, por exemplo, pode ter aumentos significativos, assim como a compra e venda de produtos locais. Alguns especialistas mais céticos apontam que esta crise pode gerar numa nova depressão econômica que pode ser igual ou ainda pior que a dos anos 30.

Os impactos da atual crise econômica mundial para a economia brasileira  trás preocupação ao mercado financeiro, em razão da desregulamentação da conta de capital do balanço de pagamentos do Brasil, que concede uma grande liberdade aos fluxos de capitais, para a compra e venda de ações, de títulos da dívida pública e de outros papéis.
Para Delfin neto, “Essa nova realidade tem levado à desmoralização do discurso liberal em todo o mundo, com o Estado aparecendo, mais uma vez, como é comum nos momentos de crise do capitalismo, como o “salvador da pátria”, pois julgava, inicialmente, que a crise era de liquidez e não, como se evidencia agora, de solvência”.


Não podemos ser tão otimistas aponto de se esperar que o pacote aprovado no Congresso dos Estados Unidos, resolva em curto prazo, a crise financeira. Além  disso,  é certo que também não impedirá a difusão e o aprofundamento da crise para a esfera produtiva para  os demais países do mundo.

Lendo sobre o assunto,  percebemos que   sem dúvida,  que todos os países serão atingidos pela crise global. Entretanto, o grau de sofrimento de cada um, dependerá de suas respectivas políticas econômicas. Já no Brasil, o agravamento da crise tem obrigado o governo a mudar o discurso da “blindagem” ou do “descolamento” da economia brasileira em relação aos EUA, levando o Banco Central a adotar certas medidas para venda de dólares com cláusula de recompra, vendas de dólares das reservas e vendas de dólares no mercado futuro.

Por outro lado, a estratégia de elevação da taxa de juros, já é questionada no interior do próprio governo. No entanto, essa não vai ser uma escolha trivial. Muitos acreditam que o governo deva rever suas ações para que não tenhamos que sofrer  uma economia sem controle dos fluxos de capitais.  Uma  vez que a elevação da taxa de juros também é utilizada com o objetivo de tentar impedir a fuga de capitais nos momentos de crise.

O que nos resta, é somente esperar que nossa mandatária  permaneça a rota econômica rumo a contenção dos gastos públicos e ao controle da inflação.


quinta-feira, 15 de setembro de 2011

A Saúde Bombada - 15/09/2011

“Somente uma vida saudável pode produzir saúde!
O homem não morre, ele se mata",  dizia pensador Seneca.


A ciência médica fez tanto progresso nas últimas décadas que hoje, praticamente, não existe mais nenhuma pessoa sadia! A qualidade dos alimentos que consumimos está deteriorando ano após ano. A alimentação moderna é gordurosa demais e cheia de produtos químicos.

A água que bebemos não é boa para consumo.
O ar que respiramos está geralmente poluído. Até mesmo o ar do campo está sendo poluído pelos agricultores. Todos os lares estão inundados de produtos químicos prejudiciais à saúde. Alvejantes, sabão em pó, aerossóis, etc. são artigos comuns. Muitos produtos de higiene pessoal e cosméticos amplamente usados são nocivos.

A revolução industrial mudou o modo como as pessoas trabalham. Mudou, também, as doenças de que sofrem. A revolução da informática está mudando o modo como trabalhamos. E, novamente, está mudando as doenças de que sofremos. Anabolizantes são bombons usados pelos jovens em  academias e nas  atividades esportivas.

Somos constantemente desencorajados a assumir qualquer responsabilidade por nossa própria saúde e nossa própria vida. A sociedade em que vivemos está assumindo mais e mais autoridade sobre nossas vidas. Porém, não leva essa responsabilidade a sério.

Dedicados a salvar vidas, os profissionais de saúde pública no Brasil  convivem com a falta de recursos e por incompetência e insensibilidade de certos governantes que deixam vidas serem desperdiçadas.

Seja qual for a região, é difícil encontrar hospitais públicos ou conveniados ao SUS que façam valer o direito ao tratamento médico de qualidade. A crise na saúde não tem fronteiras, indo de Norte a Sul. Não chega a ser novidade a constatação de que o sistema de saúde  funciona precariamente. Algo tem que ser feito. Alguém tem que ser cobrado. Alguém tem que ser punido.


Nicácio da Silva é escritor, membro da ANE -Associação nacional de Escritores e da UBE-União Brasileira de Escritores

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